*Escrito em PT-BR
Vamos direto ao assunto, pá pum, sem rodeios.
A busca por conveniência nunca foi tão necessária: a cada dia que passa, os dias ficam mais curtos, a atenção é requisitada em diversos lugares ao mesmo tempo e soluções dispendiosas se tornam mais inconvenientes do que práticas. Neste contexto, a comunicação desempenha um papel ao abraçar novos conceitos, como a hiperconveniência.
E hoje vamos falar sobre ela do jeito que deve ser: sem voltas. Segue o fio!
Ela vai além de simplesmente ser rápido e prático. É sobre a capacidade de fornecer e obter resultados e respostas de forma ágil e com o mínimo de esforço possível. De apps de delivery aos assistentes de voz que compreendem a sua necessidade com poucos comandos, a hiperconveniência já está mais presente na sua vida do que você imagina.
E, no contexto de mundo no qual vivemos, conveniência é a palavra de ordem. Empresas têm se esforçado para atender essa demanda crescente, e a sua comunicação tem o dever de transmitir a mensagem de forma que o público capte, com poucos cliques ou segundos, como aquela solução vai sanar sua dor ou seu desejo.
Em suma: é sobre ser claro, direto e objetivo.
De forma objetiva, a ambiguidade da mensagem pode minar a percepção da sua audiência sobre o que você quer dizer à ela. E eu não falo somente da escrita, como estou fazendo aqui. Falo da Experiência do Usuário (UI/UX), design, produtos e processos.
Quanto mais longo, menos prático é. E se eu posso te garantir algo é que as pessoas têm buscado cada vez mais intuitividade e assertividade nas suas experiências, sejam elas on ou offline.
Se me permite um rápido desvio de percurso: experiência, praticidade e conveniência têm a ver com conhecimento. Eu sempre bato nessa tecla por aqui, mas você precisa conhecer o seu público-alvo. Dar a ele uma mensagem objetiva não significa que você vai transformar um texto de 300 palavras em uma frase de 90 caracteres.
O atendimento à essa demanda vem da soma do entendimento, empatia e solução, combinados para transmitir a ideia certa, na hora certa, que vai atingir a sua persona, promovendo a resposta que ele precisa de forma satisfatória com o menor esforço possível.
Trazer um toque subjetivo para a sua mensagem imprime um elemento humano, próximo e empático. Mas você já parou para pensar se ser subjetivo faz sentido para a sua marca? Você está dando mais soluções ou gerando ainda mais questionamentos no seu público, deixando-o confuso e sem entender como a sua marca agrega valor a ele?
Como tudo na comunicação, trazer a hiperconveniência para a prática requer um esforço, e parte dele é medir as doses corretas para usar os elementos que compõem uma mensagem efetiva (que te falei ali em cima, como a objetividade, empatia, e muitos outros).
… deixando uma reflexão: para você, a hiperconveniência é um desafio ou uma solução?
Com essa me despeço!
Até a próxima,
Jorge.
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